segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

OS PETS NO VERÃO

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A época mais gostosa do ano, o verão, não traz só dias quentes e divertidos, mas também novos cuidados que devemos ter com nossos pets. Durante este período, é importante ficarmos atentos a alguns importantes detalhes para que nossos bichinhos possam aproveitar os dias de sol tanto quanto nós, mas sem ficarem expostos a riscos de saúde.

No verão, ou ouvidos do seu pet devem receber uma atenção reforçada. É importante que não entre água quando o animal tomar banho ou nadar, o que pode ser evitado colocando um pouco de algodão em cada ouvido antes de uma atividade “molhada”. É importante ficar atento, pois ácaros, fungos e bactérias, causadores de várias doenças, podem se instalar nas orelhas de seu bichinho e deixá-lo doente.

Durante os meses mais quentes também é comum os ouvidos produzirem mais cera, o que colabora para a otite. Portanto, para prevenir este e outros males, a limpeza é a melhor solução.

Desidratação e insolação são ainda outros problemas que afetam os animais, portanto, eles não devem ser deixados em ambientes quentes e abafados por muito tempo.

Outros cuidados importantes a serem seguidos são:

Deixe sempre água fresca disponível para o bichinho;
não o deixe em locais muito quentes sem ventilação, como evitando que fique exposto ao sol;
não leve-o para passear nos horários mais quentes, pois, eles podem sofrer queimaduras nas patinhas;
não deixe-o exposto ao sol, pois sua pele pode sofrer queimaduras;
evite deixar as rações expostas por muito tempo, especialmente as úmidas, pois, elas podem fermentar e causar vômitos e diarréias no seu animal;
lembre-se que no verão a incidência de insetos é maior, inclusive as pulgas e carrapatos. Tome os devidos cuidados para prevenir a infestação deles no seu bichinho;
vermifugue o seu animal;
não saia com ele logo depois de uma chuva para evitar que corra o risco de contrair leptospirose.
No caso de problemas, converse com o médico veterinário de sua confiança para esclarecer dúvidas e procure o veterinário mais próximo para tratamento imediato.

Aproveite ao máximo o verão junto ao seu pet!
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Gatos de rua podem espalhar doenças como Aids felina

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Para evitar que o seu gato fique doente com esse convívio indesejado, algumas medidas podem ajudar. A primeira é manter a vacinação do seu animal de estimação em dia.
Criar um gato em casa pode atrair animais de rua, seduzidos pela comida do dono da casa. Acostumados a lutar pela sobrevivência, eles podem tirar a comida e a cama dos felinos domésticos. Mas o principal perigo mesmo são as doenças.

Para evitar que o seu gato fique doente com esse convívio indesejado, algumas medidas podem ajudar. A primeira é manter a vacinação do seu animal de estimação em dia.

O visitante não deve ser expulso com agressividade. “Se o gato entrou, atraia-o para fora com comida, que é o que ele procura. Coloque um pedaço de carne ou peixe na rua e mantenha-o lá. Espantá-lo agressivamente pode causar uma briga. É melhor retirá-lo de maneira amigável para evitar atritos”, ensina a veterinária Débora Monteiro, do Hospital Veterinário Modelo.


“Diferentemente dos gatos caseiros, que não têm o instinto aguçado de defesa ou de proteção, os de rua estão acostumados a batalhar pelo que precisam”, explica Fernanda Fragata, veterinária do Hospital Sena Madureira. “Para eles, é fácil expulsar os donos da casa”, diz. Para completar o quadro de risco, os animais domésticos estão acostumados a compartilhar as coisas e acabam aceitando o intruso em casa, sem saber que estão correndo perigo.

Muitas doenças felinas graves são passadas por contato íntimo. É o caso da Aids felina e da leucemia, que não têm cura e são passadas pelo contato da saliva em feridas ou mesmo no potinho de ração. “Como são assintomáticas, levam anos para se manifestarem. O quadro é notado quando o animal já está em fase terminal”, diz Fernanda. Já a toxoplasmose é transmitida pelo contato com as fezes e pode atingir o dono do gato. É um risco para as gestantes.

Mas os invasores também podem seduzir. Foi o que aconteceu com Flávia Bortoluzzi Suhadolnik, 32 anos. A professora cedeu aos apelos da filha Giovanna, 2, e adotou o gato Tomas. Não sem antes passar no veterinário: “Mandei castrar e dei remédios.”
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Cadela chihuahua é aceita como cão policial no Japão

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Pode ser a primeira vez no Japão e talvez no mundo, mas a Chihuahua de pelos compridos chamada “Momo” (“Pêssego”, em japonês) passou nos exames para se tornar o primeiro cão policial da prefeitura de Nara, localizada no oeste do país.

A alegre Momo, marrom e branca, estava entre os 32 dos 70 candidatos caninos que passaram no teste de busca e resgate. Ela conseguiu encontrar uma pessoa apenas cinco minutos depois de cheirar seu boné
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